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Quarta-feira, Maio 29, 2024

Categoria: Ecos

Atividades das organizações associadas.

Ecos da UNIASES_ Boletim 209

N.º 209  – JANEIRO A MARÇO 2024 (…) Liberdade, igualdade e fraternidade são princípios fundamentais que desempenham um papel crucial na construção de uma sociedade justa e equitativa, onde todos têm direitos e responsabilidades iguais. Compreender estes princípios é fundamental para a construção de uma sociedade mais justa e humana. Mas será que a liberdade tem estado sempre presente ao longo dos 50 anos da revolução? VER MAIS Editorial – José Ferraz, Presidente da Direção

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Ecos da AAACarmelitas

JORNADA CARMELITANA EM TERRA DE FÉ E DE CONFIANÇA Foram muitos, mais de centena e meia, os cidadãos que, oriundos de norte a sul do país, se deslocaram a Fátima, mais concretamente à Casa S. Nuno – Hotel, nos passados dias 24 e 25 de fevereiro, na convicção de que dali sairiam fortificados, como habitualmente, depois de saciados pela envolvência espiritual que, incessantemente, procuram e têm encontrado no seio da Ordem do Carmo, ancorada na Regra

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 A PROPÓSITO DO ENCONTRO SINODAL/2023

Há muito que no interior da Igreja Católica, mas não só, se vem firmando a ideia de que vivemos num tempo de mudança que pede mudança. Não porque o Evangelho de Jesus, mesmo nos tempos modernos, tenha deixado de constituir uma boa notícia e um ato de responsabilidade. De facto, o Evangelho continua a ser a Boa Nova. Mas se não formos capazes de o testemunhar, a sua mensagem terá mais dificuldade em passar. No entanto,

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A IGREJA POBRE E MISSIONÁRIA – Missão em Moçambique

POR MARES DANTES NAVEGADOS 6ª EDIÇÃO – MOÇAMBIQUE A IGREJA  POBRE  E  MISSIONÁRIA – Missão em Moçambique Depois de Cabo Verde e Guiné-Bissau, de São Tomé e Príncipe e Angola foi adiado o nosso regresso a África. Era a missão da UASP de 2020 a Moçambique. Mas, como se recordam, em Março desse ano, a pandemia parou o mundo, impedindo-nos de percorrer os caminhos que levam ao encontro presencial. E o povo moçambicano que, desde 2017,

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VI – RESCALDO “The last but not the least”

POR MARES DANTES NAVEGADOS 6ª EDIÇÃO – MOÇAMBIQUE VI – RESCALDO “The last but not the least” (Por último, mas não menos importante) Tenho a honra de vos comunicar que a viagem não acabou na descrição do capítulo V. Creio mesmo que ela não acabará nunca. O que vimos, vivemos e sentimos, vai ficar impresso, direi mesmo, impregnado, na alma de cada um e, talvez, na alma de quem esteve à nossa volta a concorrer de

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V – HÁ MILAGRES EM MAPUTO (Parte 2)

POR MARES DANTES NAVEGADOS 6ª EDIÇÃO – MOÇAMBIQUE V – HÁ MILAGRES EM MAPUTO Parte 2 Deixado o Instituto Superior São João Bosco, rumámos ao centro da cidade para visitar a icónica igreja de Polana. É muito comum quando vemos fotografias de Maputo, encontrar como um ícone da capital esta igreja. E bem merece porque é, toda ela, uma verdadeira obra de arte arquitectónica, de dar no olho. Não passa despercebida a quem passa ao largo

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V – HÁ MILAGRES EM MAPUTO (Parte 1)

POR MARES DANTES NAVEGADOS 6ª EDIÇÃO – MOÇAMBIQUE V – HÁ MILAGRES EM MAPUTO Parte 1 Deitámos tarde, mas o despertar foi menos exigente, foi permitido não nos levantarmos com os pássaros. A Celebração matinal na simpática capela da casa, e o habitual pequeno almoço, deram-nos o balanço para um grande dia. Estamos a aproximar-nos do termo da nossa incursão nesta África estranha e bela, mas o tempo aqui tem outra medida diferente da que nos

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IV – NA TERRA DA BOA GENTE – INHAMBANE (Parte 3)

POR MARES DANTES NAVEGADOS 6ª EDIÇÃO – MOÇAMBIQUE IV – NA TERRA DA BOA GENTE – INHAMBANE (Também é lugar de mártires) Parte 3 O dia seguinte, era o de deixarmos mais um lar do coração, o Centro de Promoção Humana de Guiùa. Era Domingo e, logo pelas 8 da manhã, participámos e também fizemos festa na missa dominical, na igreja paroquial ali mesmo, com a comunidade do Centro e da paróquia de Guiùa. Mais um

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