(Não é só antiga, tem história a perder de vista) “Cada terra seu uso, cada roca seu fuso”. O aforisma popular parece simples, mas encerra em si uma enorme diversidade e riqueza. É assim Vila Viçosa. A UASP – União das Associações dos Antigos Alunos dos Seminários Portugueses tem no seu plano anual, entre outras grandes e valiosas atividades, uma, chamada, “Jornadas Culturais”. E apesar de ser realizada apenas num fim de semana (de sexta a
Ler Mais(Navegantes em busca da História, da civilização, e dos grandes locais da “Nova Humanidade”) (Parte II) Daqui (Ankara), seguimos para uma região verdadeiramente mítica e fantasmagórica, a Capadócia. Paisagem mais agreste e seca, mas moldada pela natureza com uma beleza tamanha, que permite esquecer a terra fértil de outras paragens. Nesta altura do ano, passámos a ter, sempre como pano de fundo, mais distante ou mais perto, montanhas cheias de neve. Seria a última imagem que
Ler Mais(Navegantes em busca da História, da civilização e dos grandes locais da “Nova Humanidade”) (Parte I) Se houvesse aeroporto no Cabo da Roca, seria o pleno para o título que escolhemos. Por isso, com as ínfimas correções às coordenadas, lá nos apresentámos no mais próximo local de desembarque, com uma folgadíssima margem para as formalidades do embarque, o que nos levou a sair de Fátima (origem da jornada para a maioria dos navegantes), mais ou menos
Ler MaisNos termos estatutários, realizou-se no passado dia 7 de Fevereiro de 2026, a Assembleia Geral da UASP, a primeira do ano, que designamos habitualmente por Assembleia-Geral da Primavera. Quase primavera, mas não muito. Com efeito, estamos mergulhados, a nível do país (e também Espanha), num fenómeno meteorológico extremo, com a passagem de várias tempestades em cadeia, absolutamente devastadoras, e a que este nosso pacato cantinho tem sido poupado. Mas agora, sobretudo a Kristin, devastou profundamente paisagens,
Ler MaisDesde o início que a prática habitual da UASP é a descentralização das Assembleias Gerais e Jornadas Culturais, assumindo as associadas a escolha do local da sua realização. Assim foi com a Assembleia do Outono, programada para 22 de Novembro em Calvão-Vagos, na Casa dos Missionários Combonianos. Vagos, município do distrito de Aveiro, remonta ao período romano. O termo “Vacuus”, como então se designava, associa-se aos amplos espaços abertos… Espaço rural, mas com relação à orla
Ler MaisO Grupo da UASP (União das Associações dos Antigos Alunos dos Seminários Portugueses) ficou encantado por poder experienciar juntos a base e a raiz da fé que ao mesmo tempo é a base e a raiz da união das suas comunidades numa só Igreja. A nossa fé como religiosos foi sendo posta à prova na medida em que nos inserimos e procurámos a compreensão dos valores humanos e espirituais enraizados na fé no mesmo Deus. A
Ler MaisCrónica de uma viagem O perdão e o olhar o futuro com esperança, são o móbil do povo timorense rumo ao desenvolvimento e à integridade da nação. E, no dizer do antigo primeiro-ministro, Mari Alkatiri, “a interação entre a língua portuguesa, o tétum e a fé levou ao nascimento da nação timorense”. Foi bonito e positivamente chocante, porque afetivo, chegarmos ao enclave de Oecússi e sermos recebidos como irmãos, pela comunidade religiosa e pelas crianças do colégio
Ler MaisPelos céus já dantes cruzados chegámos ao outro lado do mundo! Foram precisas cerca de 20 horas a voar nas alturas e, duas vezes, descendo à terra firme, Istambul e Bali! Em razão da acentuada diferença do fuso horário, confesso que até deixei escapar um dia da semana!… Para escrever sobre Timor Lorosae e o seu mui nobre e invicto Povo, permitam-me que invoque o grande Camões e lhe peça, humildemente, um pouco de “engenho e
Ler MaisIDADE DA INOCÊNCIA E O DOMÍNIO DOS AFECTOS Realizou-se no dia 7 de Junho de 2025, na Casa do Clero em Fátima, mais um encontro da Associação dos Antigos Alunos do Seminário Diocesano de Leiria (ASDL). Na Casa do Clero, pela terceira vez, descentrando do lugar que era tradição, o Seminário, por motivos com que a nostalgia nos fustiga, mas com um resultado verdadeiramente maravilhoso: o de integrarmos directamente na nossa reunião e convívio anual os
Ler MaisFomos ver a ópera Rock de Filipe Laféria – FÁTIMA. Já vi outros musicais do Laféria, sempre excelentes, dos quais destaco “Jesus Christ Superstar” e “Piaf”. Mas estes já tinham antecedentes e referenciais musicais que nos fizeram migrar para comparações (o Andrew Lloyd Webber / Tim Rice, no primeiro caso, e as canções da própria Edit Piaf, no segundo). Confesso que, neste caso, fui para o Politeama com algum cepticismo misturado na espectativa. Primeiro, porque conheço
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