(Navegantes em busca da História, da civilização, e dos grandes locais da “Nova Humanidade”) (Parte II) Daqui (Ankara), seguimos para uma região verdadeiramente mítica e fantasmagórica, a Capadócia. Paisagem mais agreste e seca, mas moldada pela natureza com uma beleza tamanha, que permite esquecer a terra fértil de outras paragens. Nesta altura do ano, passámos a ter, sempre como pano de fundo, mais distante ou mais perto, montanhas cheias de neve. Seria a última imagem que
Ler Mais(Navegantes em busca da História, da civilização e dos grandes locais da “Nova Humanidade”) (Parte I) Se houvesse aeroporto no Cabo da Roca, seria o pleno para o título que escolhemos. Por isso, com as ínfimas correções às coordenadas, lá nos apresentámos no mais próximo local de desembarque, com uma folgadíssima margem para as formalidades do embarque, o que nos levou a sair de Fátima (origem da jornada para a maioria dos navegantes), mais ou menos
Ler MaisNos termos estatutários, realizou-se no passado dia 7 de Fevereiro de 2026, a Assembleia Geral da UASP, a primeira do ano, que designamos habitualmente por Assembleia-Geral da Primavera. Quase primavera, mas não muito. Com efeito, estamos mergulhados, a nível do país (e também Espanha), num fenómeno meteorológico extremo, com a passagem de várias tempestades em cadeia, absolutamente devastadoras, e a que este nosso pacato cantinho tem sido poupado. Mas agora, sobretudo a Kristin, devastou profundamente paisagens,
Ler MaisCrónica de uma viagem O perdão e o olhar o futuro com esperança, são o móbil do povo timorense rumo ao desenvolvimento e à integridade da nação. E, no dizer do antigo primeiro-ministro, Mari Alkatiri, “a interação entre a língua portuguesa, o tétum e a fé levou ao nascimento da nação timorense”. Foi bonito e positivamente chocante, porque afetivo, chegarmos ao enclave de Oecússi e sermos recebidos como irmãos, pela comunidade religiosa e pelas crianças do colégio
Ler MaisIDADE DA INOCÊNCIA E O DOMÍNIO DOS AFECTOS Realizou-se no dia 7 de Junho de 2025, na Casa do Clero em Fátima, mais um encontro da Associação dos Antigos Alunos do Seminário Diocesano de Leiria (ASDL). Na Casa do Clero, pela terceira vez, descentrando do lugar que era tradição, o Seminário, por motivos com que a nostalgia nos fustiga, mas com um resultado verdadeiramente maravilhoso: o de integrarmos directamente na nossa reunião e convívio anual os
Ler MaisFomos ver a ópera Rock de Filipe Laféria – FÁTIMA. Já vi outros musicais do Laféria, sempre excelentes, dos quais destaco “Jesus Christ Superstar” e “Piaf”. Mas estes já tinham antecedentes e referenciais musicais que nos fizeram migrar para comparações (o Andrew Lloyd Webber / Tim Rice, no primeiro caso, e as canções da própria Edit Piaf, no segundo). Confesso que, neste caso, fui para o Politeama com algum cepticismo misturado na espectativa. Primeiro, porque conheço
Ler MaisPOR MARES DANTES NAVEGADOS 6ª EDIÇÃO – MOÇAMBIQUE VI – RESCALDO “The last but not the least” (Por último, mas não menos importante) Tenho a honra de vos comunicar que a viagem não acabou na descrição do capítulo V. Creio mesmo que ela não acabará nunca. O que vimos, vivemos e sentimos, vai ficar impresso, direi mesmo, impregnado, na alma de cada um e, talvez, na alma de quem esteve à nossa volta a concorrer de
Ler MaisPOR MARES DANTES NAVEGADOS 6ª EDIÇÃO – MOÇAMBIQUE V – HÁ MILAGRES EM MAPUTO Parte 2 Deixado o Instituto Superior São João Bosco, rumámos ao centro da cidade para visitar a icónica igreja de Polana. É muito comum quando vemos fotografias de Maputo, encontrar como um ícone da capital esta igreja. E bem merece porque é, toda ela, uma verdadeira obra de arte arquitectónica, de dar no olho. Não passa despercebida a quem passa ao largo
Ler MaisPOR MARES DANTES NAVEGADOS 6ª EDIÇÃO – MOÇAMBIQUE V – HÁ MILAGRES EM MAPUTO Parte 1 Deitámos tarde, mas o despertar foi menos exigente, foi permitido não nos levantarmos com os pássaros. A Celebração matinal na simpática capela da casa, e o habitual pequeno almoço, deram-nos o balanço para um grande dia. Estamos a aproximar-nos do termo da nossa incursão nesta África estranha e bela, mas o tempo aqui tem outra medida diferente da que nos
Ler MaisPOR MARES DANTES NAVEGADOS 6ª EDIÇÃO – MOÇAMBIQUE “EU SÓ PODERIA CRER NUM DEUS QUE SOUBESSE DANÇAR”. Assim escreveu Friedrich Nietzsche no famoso livro “Assim falava Zaratustra”. Se Nietzsche tivesse vindo connosco a África, e não fosse apenas fazer um safari, seria compulsado a ter de acreditar, por força das suas próprias palavras, e não seria mais o maior símbolo do ateísmo do final do século XIX, projectando-se por todo o século XX e até aos
Ler Mais