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Quinta-feira, Abril 18, 2024

NOVOS COMENTÁRIOS

VI – RESCALDO “The last but not the least”

POR MARES DANTES NAVEGADOS 6ª EDIÇÃO – MOÇAMBIQUE VI – RESCALDO “The last but not the least” (Por último, mas não menos importante) Tenho a honra de vos comunicar que a viagem não acabou na descrição do capítulo V. Creio mesmo que ela não acabará nunca. O que vimos, vivemos e sentimos, vai ficar impresso, direi mesmo, impregnado, na alma de cada um e, talvez, na alma de quem esteve à nossa volta a concorrer de

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V – HÁ MILAGRES EM MAPUTO (Parte 2)

POR MARES DANTES NAVEGADOS 6ª EDIÇÃO – MOÇAMBIQUE V – HÁ MILAGRES EM MAPUTO Parte 2 Deixado o Instituto Superior São João Bosco, rumámos ao centro da cidade para visitar a icónica igreja de Polana. É muito comum quando vemos fotografias de Maputo, encontrar como um ícone da capital esta igreja. E bem merece porque é, toda ela, uma verdadeira obra de arte arquitectónica, de dar no olho. Não passa despercebida a quem passa ao largo

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V – HÁ MILAGRES EM MAPUTO (Parte 1)

POR MARES DANTES NAVEGADOS 6ª EDIÇÃO – MOÇAMBIQUE V – HÁ MILAGRES EM MAPUTO Parte 1 Deitámos tarde, mas o despertar foi menos exigente, foi permitido não nos levantarmos com os pássaros. A Celebração matinal na simpática capela da casa, e o habitual pequeno almoço, deram-nos o balanço para um grande dia. Estamos a aproximar-nos do termo da nossa incursão nesta África estranha e bela, mas o tempo aqui tem outra medida diferente da que nos

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IV – NA TERRA DA BOA GENTE – INHAMBANE (Parte 3)

POR MARES DANTES NAVEGADOS 6ª EDIÇÃO – MOÇAMBIQUE IV – NA TERRA DA BOA GENTE – INHAMBANE (Também é lugar de mártires) Parte 3 O dia seguinte, era o de deixarmos mais um lar do coração, o Centro de Promoção Humana de Guiùa. Era Domingo e, logo pelas 8 da manhã, participámos e também fizemos festa na missa dominical, na igreja paroquial ali mesmo, com a comunidade do Centro e da paróquia de Guiùa. Mais um

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IV – NA TERRA DA BOA GENTE – INHAMBANE (Parte 2)

POR MARES DANTES NAVEGADOS 6ª EDIÇÃO – MOÇAMBIQUE IV – NA TERRA DA BOA GENTE – INHAMBANE (Também é lugar de mártires) Parte 2 Durante a tarde deste primeiro dia de chegada, fomos conhecer a cidade de Inhambane. Uma linda cidade situada numa sub-península de uma península maior com uma reentrância de mar até à foz do Rio Mutamba, braço de mar que cria uma maravilhosa visão marítima absolutamente protegida, como se estivéssemos na presença de

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IV – NA TERRA DA BOA GENTE – INHAMBANE (Parte 1)

POR MARES DANTES NAVEGADOS 6ª EDIÇÃO – MOÇAMBIQUE IV – NA TERRA DA BOA GENTE – INHAMBANE (Também é lugar de mártires) Parte 1 Às 6h30 da manhã o despertador iniciou suavemente uma trilha sonora que encaixava na “mouche” do canto alegre dos pássaros do exterior, e que preenchiam todo o ar numa envolvente de 360 graus. Dentro do quarto, esse som total, entrava por dois buracos redondos que atravessam a parede apenas a uns 10

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III – PERDIDOS NA SELVA (Parte 2)

POR MARES DANTES NAVEGADOS 6ª EDIÇÃO – MOÇAMBIQUE III – PERDIDOS NA SELVA Parte 2 Depois de um abastado e bom “Buffet”, foram distribuídas as casas em que cada um ficou para dormir menos de metade de uma noite, mas que tinham conforto, espaço e apetrechos para qualquer um se instalar uns meses sem se queixar. E logo de seguida, toca a rebate para o primeiro safari. Dois possantes Land Crusier abertos, com uma estrutura aplicada

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III – PERDIDOS NA SELVA (Parte 1)

POR MARES DANTES NAVEGADOS 6ª EDIÇÃO – MOÇAMBIQUE III – PERDIDOS NA SELVA Parte 1 Levantámo-nos junto com as primeiras aves da manhã. Ou talvez ao som delas, ali nas frondosas árvores do terreiro em Laulane. Uma Eucaristia bem matinal, na capela, ao som de órgão (um Yamaha DGX) e não de tambores nem guitarra, que tem sido o habitual. Juntou-se a nós, para concelebrar, o Pe. Couto, fundador da Universidade Católica de Moçambique. Seguiu-se o

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II – TETE E UM GRANDE BISPO (Parte 2)

POR MARES DANTES NAVEGADOS 6ª EDIÇÃO – MOÇAMBIQUE II – TETE E UM GRANDE BISPO Parte 2 Cedo rumámos com destino à distante Zóbuè, pela EN 7, asfaltada e bastante razoável. A paisagem é muito apelativa, e encontrámos no caminho vilas, ou cidades que se reconheciam bastante desenvolvidas nos tempos coloniais. Desde logo Moatize, ainda relativamente próximo de Tete, conhecida por ter as maiores e impressionantes minas de carvão, agora exploradas pela indiana Vulcano. E acima

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II – TETE E UM GRANDE BISPO (Parte 1)

POR MARES DANTES NAVEGADOS 6ª EDIÇÃO – MOÇAMBIQUE II – TETE E UM GRANDE BISPO Parte 1 No dia da chegada, não experimentámos as nossas camas cativas em Laulane – Maputo. Depois de um bom almoço no restaurante Costa do Sol, ao fundo da marginal de Maputo, onde avistámos o oceano Índico pela primeira vez, e de uma “tournée” pelo centro da capital, onde nos detivemos para uma visita guiada e detalhada à catedral, voltámos ao

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